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Esse documentário, transmitido pela BBC britânica, fala sobre o suicídio assistido e com era de se esperar está gerando muita polêmica no país. Vale a pena assistir, pois nos faz refletir sobre o direito a morte, assim como direito a vida.

suicídio-assistido

Pratchett, conhecido pela série de livros de fantasia Discworld, foi diagnosticado com o mal de Alzheimer em 2008 e é ativista pela legalização suicídio assistido na Grã-Bretanha.

Durante as filmagens do documentário, o escritor, de 62 anos, disse que “acredita firmemente no suicídio assistido” e que gostaria de saber se poderá pôr fim a sua própria vida antes de ser dominado pela doença degenerativa.

“Eu gostaria de ver na Grã-Bretanha uma análise dos métodos de suicídio assistido para que possamos considerar o que é melhor e mais apropriado para os britânicos”, disse Pratchett.

A organização Care Not Killing, que realiza campanhas contra a prática no país, acusou a BBC de agir como “líder da torcida pela legalização do suicídio assistido” por transmitir o documentário.

Polêmico documentário. Espero que ajude os brasileiros a formar sua opinião sobre o assunto.

SUICÍDIO ASSISTIDO NO BRASIL

O Papa Pio XII, numa alocução aos médicos, em 1957, aceitou, contudo, a possibilidade de que a vida possa ser encurtada como efeito colateral (e não intencional) da utilização de drogas para diminuir o sofrimento de pacientes com dores insuportáveis. Desta forma, utilizando o princípio do duplo efeito, a intenção é diminuir a dor, porém o efeito colateral do tratamento pode ser a aceleração da morte do paciente.

João Paulo II, em 1980, publicou a Declaração sobre Eutanásia, onde admite o tratamento de duplo efeito e a suspensão ou redução de esforços extraordinários para prolongar a vida de pacientes terminais, notadamente quando o tratamento passa a ser considerado inútil (terapia fútil).

No Brasil, o direito à própria morte também é cercado de tabus, o que o torna bastante limitado. A tentativa de suicídio não é penalizada por nossas leis e o suicídio, obviamente, nem teria como sê-lo. Ocorre, porém, que em muitos casos o paciente em estado de saúde grave, não obstante tenha condições de realizar alguns movimentos que lhe permitam dar fim à sua própria vida, não dispõe dos meios necessários para fazê-lo (uma arma, uma injeção letal, um veneno etc). Nessas hipóteses, se alguém lhe fornecer o meio necessário para suicidar-se, poderá ser punido criminalmente por auxílio ao suicídio, com pena de dois a seis anos de prisão, caso o suicídio venha a se consumar (artigo 122 do Código Penal brasileiro).

 

Saiba mais sobre eutanásia

 

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