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O Ministério da Saúde analisou as evidências científicas disponíveis sobre a duração da imunidade pela vacina contra febre amarela, conjuntura epidemiológica da febre amarela no Brasil e revisou o esquema de vacinação.

As vacinas contra febre amarela disponíveis são altamente imunogênicas e suficientemente seguras para uso a partir dos 9 meses de idade em residentes e viajantes para áreas endêmicas, a recomendação de revacinação a cada 10 anos, indefinidamente, foi mantida por décadas sem base teórica ou empírica consistente.

Considerando as evidências disponíveis, as recomendações do Comitê Técnico Assessor de Imunizações e os estudos que ainda se encontram em andamento, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde estabelecem as seguintes orientações sobre o uso da vacina febre amarela:

 

  1. A vacina febre amarela deve ser feita aos 9 meses de idade com um reforço aos quatro anos, visando resgatar as potenciais falhas primárias e secundárias da vacina em lactentes.
  2. Para pessoas acima de quatro anos, residentes ou que viajam para áreas endêmicas, será realizada uma única dose de reforço, após 10 anos da aplicação da primeira dose.
  3. Para efeito do certificado internacional de vacinação, o Brasil seguirá a modificação já aprovada no Regulamento Sanitário Internacional, considerando a vacina febre amarela como de imunidade permanente, sem necessidade de revacinação.
  4. O Ministério da Saúde está realizando estudos para avaliar a persistência da imunidade da vacina febre amarela, visando dispor de evidências científicas mais consistentes, em futuro próximo, para a tomada de decisão sobre a necessidade de manter a aplicação de uma única de reforço, após 10 anos da aplicação da primeira dose.
  5. Há também evidências de que falhas vacinais podem ser mais frequentes quando a primo vacinação contra febre amarela é simultânea (no mesmo dia, em injeções separadas) à primeira dose da vacina combinada contra sarampo, rubéola e caxumba (tríplice viral).
  6. A alteração do esquema em vigor, que não exige nova aplicação, entra em vigor a partir de junho de 2016.

NOVO ESQUEMA VACINAL DA FEBRE AMARELA

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Fonte:

Nota informativa nº 102/CGPNI/DEVIT/SVS/MS

Ministério da Saúde: Recomendações da Secretaria de Vigilância em Saúde

 

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